Uma das principais cenas da Copa do Mundo foi a mordida do atacante uruguaio Luiz Suárez no zagueiro Chiellini, da Itália. O jogador era o goleador do Uruguai na competição mas, problemático, foi suspenso da Copa e prejudicou sua equipe. No setor imobiliário existem corretores com esse perfil. Tratam-se dos encrenqueiros, com um talento incomparável para vender. Porém, até que ponto vale a pena manter um profissional com esse perfil na equipe de trabalho?
Em uma imobiliária, um corretor nesse estilo inibe os companheiros e, no fim, acaba sendo mais prejudicial do que benéfico. Não existe resultado capaz de justificar um comportamento danoso aos colegas de trabalho. O ideal seria o líder do grupo conversar com a pessoa e indicar um caminho para corrigir o problema. É triste ver um profissional promissor tendo a carreira deteriorada, mas, se os erros continuarem, o profissional deve ser afastado. Porém, se existe uma evolução, é possível preservá-lo.
Algumas medidas podem contribuir para amenizar a crise entre o corretor problemático com os demais. Geralmente, os problemas estão relacionados com fofocas. Nesse momento, é preciso reunir os corretores e tratar do assunto abertamente na tentativa de solucionar o caso. O bom senso sempre será um bom aliado para solucionar tais situações.
Se o problema está na falta de ética durante a rotina de trabalho, é preciso encontrar medidas cabíveis para evitar atitudes semelhantes no futuro. Para a empresa, é importante mostrar a todos os funcionários que existem regras a serem cumpridas. Se o corretor que mais vende é punido de alguma forma pela sua falta de ética, o exemplo servirá para o restante do grupo e a equipe se tornará ainda melhor.
William Cruz – Colunista do PortaisImobiliários.com.br uma rede de portais de imóveis, como o portal de imóveis em Brasília| guiaimoveisbrasilia.com, presente em mais de 250 cidades do Brasil.
Crédito da imagem: free digital photos.
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